segunda-feira, 1 de junho de 2009

Evento Apocalíptico?

Vocês ja notaram que ultimamente todos os acidentes aéreos tem tido "falhas elétricas"? Sistemas que pifam, sensores de altura que informam coordenadas errado, perda de sinal de transmissão e de localização, enfim, nos últimos acidentes fora o da Gol em São Paulo (que eu ainda acredito que não foi falha humana, eu tenho Discovery, e técnico lá falou oooooutra coisa sobre o acidente) tiveram a mesma causa? Pois é, o de hoje, com o Airbus que ia pra Paris paaarece que segue o mesmo padrão.
Toda vez que falam sobre sistemas falhando, eu me recordo do descobrimento da NASA, referente ao campo magnético da terra, que segundo eles está diminuindo, e que eu as vezes acredito que possa interferir ou já está interferindo de alguma forma para falhas do tipo.
Bem, com tantas catástrofes, mortes em massa, conlitos, guerras, possíveis ameaças de conflitos nucleares (aka Coréia do Norte), perda total de valores de amor e amizade e tendo o dinheiro como foco principal na vida do ser humano, começo a pensar que seria interessante um evento apocalíptico.
O ser humano tem tudo, destrói tudo, e não se contenta com nada. Enquanto deveriamos valorizar a vida, o amor, as amizades, o companheirimo, só temos olhos para o dinheiro, mais dinheiro, vezes dinheiro. Você é medido pelo montante financeiro bancário e pelo custo total da sua veste, e por conta disso você pode ser excluído de amizades, relacionamentos, empregos, enfim, seu caráter não conta mais e sim o quanto você tem para gastar. Até me recordo de um rolinho meu do passado que vivia me falando que eu tinha que comprar um carro, que eu era perfeito, só faltava estar motorizado. Até entendo da utilidade de um carro, mas me digam caros (estimados) leitores, isso me muda em algo? Deixo de ser agradável por não ter um carro? Deixo de ser companheiro? Amo menos alguém por eu não ter um carro?
E assim seguimos criando falsos relacionamentos, falsos amores, falsos sentimentos visando sempre o lucro final.
Que nosso bom Deus seja piedoso, porque vamos precisar da piedade dele (e muito).

PS: continuo me sentindo como um ser de marte, júpiter...

Um comentário:

Juliana Bastos disse...

ainda bem que você se sente um marciano. pra se sentir da terra, teria que compactuar com esse desvio absurdo de caráter, e sei que você não faz isso, nem sob tortura.

saudade.
=*