E as flores tem cheiro, mesmo quando não queremos que tenham. Lutar pra que contra a maré se ela sempre é mais forte do que você? Nadar à favor, e seguir o curso da corrente marítima, e ver até onde ela pode nos levar. Medo do desconhecido? Um dia, em um passado remoto, bem remoto, porque as coisas estão vindo em um turbilhão de novidades que parece que ontem foi ano passado, embora eu tenha a sensação às vezes do mês passado como se fosse à horas atrás.
Mas como diz a música do Wander Wildner, eu vou no ritmo, da vida... eu vou no ritmo que a vida me levar. Do meu passado eu levo apenas o que aprendi, porque como a própria palavra diz, ele é passado, tenho que me preocupar com o presente. O que eu fiz e estou fazendo hoje? Essa é a pergunta primordial, e me sinto imensamente feliz em responder: eu estou vivendo, intensamente, cada segundo, cada suspiro, cada vento gostoso que passa pelo meu corpo, ou cada perfume novo que eu descubro, ou cada carinho que recebo.
Vivemos em busca de uma felicidade inalcançável, porque somos felizes, e queremos um estado de felicidade que é impossível, porque toda vez que conseguimos algo que sonhamos, que pensávamos ser o auge da felicidade, foi apenas um momento. Será? Todo momento que nos tornam felizes, é simplesmente o auge da nossa felicidade, é tão fácil aprender, mas porque tornamos difícil de aceitar?
Viva no ritmo da vida.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
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